PGR e PCMSO integrados em 2026 são essenciais para empresas que querem transformar segurança do trabalho e medicina ocupacional em uma gestão preventiva coerente, e não em documentos separados. Quando o PGR identifica riscos, mas o PCMSO não conversa com esses riscos, surgem exames ocupacionais sem lógica técnica, ASOs frágeis, afastamentos mal acompanhados, eSocial SST inconsistente, laudos contraditórios, plano de ação sem prioridade e dificuldade para provar prevenção em auditorias, fiscalizações e ações trabalhistas. A AMBRAC integra medicina ocupacional e segurança do trabalho para que PGR, PCMSO, ASO, exames, S-2220, S-2240, CAT/S-2210, laudos e plano de ação contem a mesma história técnica sobre a realidade da empresa.
O Ministério do Trabalho define o PGR como a materialização do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, voltado à melhoria contínua das condições de exposição dos trabalhadores por meio de ações multidisciplinares e sistematizadas. O PGR deve conter, no mínimo, inventário de riscos ocupacionais e plano de ação, acompanhando continuamente as atividades da empresa por meio da execução das medidas previstas.
A NR-7 define o PCMSO como programa destinado a proteger e preservar a saúde dos empregados em relação aos riscos ocupacionais, conforme a avaliação de riscos do PGR. Isso significa que o PCMSO não deve ser construído como agenda isolada de exames, mas como resposta médica ocupacional aos riscos efetivamente identificados pela segurança do trabalho.
Por Lucas Esteves, Especialista em Medicina e Segurança do Trabalho e Sócio da AMBRAC.
Por que PGR e PCMSO não podem ser documentos separados
Em muitas empresas, o PGR é feito por um profissional, o PCMSO por outro, os ASOs por uma clínica, o eSocial pela contabilidade, os laudos por terceiros e o RH tenta juntar tudo apenas quando surge uma urgência. Essa fragmentação cria um problema silencioso: cada documento pode estar formalmente correto em aparência, mas tecnicamente incoerente quando analisado em conjunto.
O PGR diz que há exposição a ruído, mas o PCMSO não acompanha esse risco. O inventário aponta produto químico, mas os exames não conversam com a exposição. A função muda, mas o ASO continua igual. O S-2240 informa exposição, mas o plano de ação não mostra controle. Um trabalhador se afasta por dor, mas o risco ergonômico não volta para o PGR. A empresa recebe fiscalização e descobre que tinha documentos, mas não tinha sistema.
A integração entre PGR e PCMSO evita essa ruptura. A segurança do trabalho identifica perigos, avalia riscos e propõe medidas de prevenção. A medicina ocupacional acompanha a saúde dos trabalhadores conforme esses riscos. Quando essas duas frentes trabalham juntas, a empresa deixa de ter arquivos soltos e passa a ter gestão preventiva.
“PGR sem PCMSO integrado vira diagnóstico sem acompanhamento médico. PCMSO sem PGR coerente vira exame sem contexto ocupacional. A empresa realmente se protege quando risco, saúde, ASO, eSocial, laudos e plano de ação são tratados como partes do mesmo sistema.”
Lucas Esteves, AMBRAC
O benefício não é apenas cumprir norma
Integrar PGR e PCMSO não serve apenas para cumprir exigência legal. Serve para melhorar decisão empresarial. A empresa passa a saber quais riscos existem, quais trabalhadores estão expostos, quais exames fazem sentido, quais medidas precisam ser priorizadas, quais afastamentos indicam alerta, quais setores exigem intervenção e quais informações devem alimentar o eSocial SST.
O eSocial informa que os eventos de Segurança e Saúde no Trabalho, como S-2210, S-2220 e S-2240, têm o objetivo de captar de forma estruturada informações necessárias ao cumprimento de obrigações previdenciárias, como CAT e PPP. Quando PGR e PCMSO não conversam, a base técnica desses eventos fica mais vulnerável.
A empresa que contrata a AMBRAC ganha um benefício prático: reduz contradições entre segurança do trabalho, medicina ocupacional, RH, contabilidade, jurídico e liderança.
Tabela prática: quando PGR e PCMSO não conversam
| Falha de integração | Consequência para a empresa | Benefício da integração AMBRAC |
|---|---|---|
| PGR aponta risco, mas PCMSO não acompanha | Exames ocupacionais sem coerência técnica e maior fragilidade do ASO | Exames definidos conforme riscos reais, função, exposição e histórico ocupacional |
| PCMSO identifica afastamentos, mas PGR não muda | Adoecimento recorrente sem ação preventiva no ambiente de trabalho | Indicadores de saúde alimentam plano de ação, ergonomia, liderança e prevenção |
| ASO emitido sem leitura do risco ocupacional | Aptidão frágil, função mal descrita e risco em retorno ou mudança de função | ASO mais coerente com atividade, risco, função, restrição e aptidão ocupacional |
| eSocial SST recebe dados desconectados | Divergência entre S-2220, S-2240, CAT, PPP, laudos e documentos internos | Informações técnicas mais consistentes para RH, contabilidade e obrigações previdenciárias |
| Plano de ação não considera saúde ocupacional | Prioridades erradas, medidas genéricas e baixa efetividade preventiva | Ações priorizadas por risco, sintomas, afastamentos, setor crítico e gravidade potencial |
| Documentos feitos por fornecedores sem comunicação | Arquivos corretos isoladamente, mas incoerentes quando auditados em conjunto | Gestão centralizada, rastreável e alinhada entre medicina e segurança do trabalho |
A tabela mostra que o problema não é apenas documental. A falta de integração atinge exame, aptidão, prevenção, eSocial, afastamentos, gestão de riscos e defesa técnica da empresa.
Os 7 benefícios de integrar PGR e PCMSO com a AMBRAC
1. Exames ocupacionais deixam de ser genéricos
O primeiro benefício é transformar exames ocupacionais em uma resposta técnica aos riscos reais da empresa. Em muitas organizações, o exame admissional, periódico, de retorno, de mudança de risco e demissional vira rotina padronizada, sem análise profunda da função, do ambiente e da exposição ocupacional.
Quando PGR e PCMSO são integrados, a medicina ocupacional não parte apenas do cargo. Ela parte da atividade real. Um auxiliar administrativo, um operador de caixa, um trabalhador de limpeza, um cozinheiro, um técnico de manutenção e um trabalhador externo podem ter riscos muito diferentes, ainda que a empresa seja pequena.
A NR-7 vincula a proteção da saúde dos empregados aos riscos ocupacionais avaliados no PGR. Portanto, quando o PGR é bem feito, ele orienta melhor o PCMSO. Quando o PCMSO é bem acompanhado, ele devolve informações de saúde para melhorar a prevenção.
2. O ASO passa a ter mais coerência técnica
O segundo benefício é fortalecer o ASO. O Atestado de Saúde Ocupacional não deve ser visto como uma simples autorização de entrada, retorno ou desligamento. Ele é parte de uma decisão médica ocupacional sobre aptidão para determinada função, em determinado contexto de risco.
Quando o PGR está desatualizado, o ASO pode ser emitido com base em informação incompleta. Quando o PCMSO não conhece a exposição real, a avaliação fica limitada. Quando a função muda e o risco muda, mas o exame não muda, a empresa cria fragilidade.
A integração da AMBRAC melhora esse fluxo porque conecta função, risco, exame, aptidão, restrição, retorno ao trabalho, mudança de risco ocupacional e documentação. Isso reduz decisões improvisadas do RH e aumenta a segurança técnica para trabalhadores e gestores.
3. O eSocial SST fica menos vulnerável a divergências
O terceiro benefício é reduzir inconsistências nos eventos de SST. O eSocial reúne informações estruturadas sobre saúde e segurança, envolvendo eventos como S-2210, S-2220 e S-2240, associados a CAT, monitoramento da saúde e condições ambientais do trabalho.
Quando o S-2220 informa exames, o S-2240 informa condições ambientais e o PGR, PCMSO e laudos dizem coisas diferentes, a empresa cria risco de divergência. Isso não é apenas problema de sistema; é problema de origem técnica.
A AMBRAC apoia a empresa na coerência entre documentos que alimentam o eSocial. O objetivo é reduzir retrabalho, evitar envio de informação desconectada e melhorar o alinhamento entre RH, contabilidade, clínica ocupacional e segurança do trabalho.
4. Afastamentos passam a gerar prevenção, não apenas arquivo
O quarto benefício é usar os dados de saúde como indicador preventivo. Muitas empresas recebem atestados, afastamentos e retornos ao trabalho, mas não transformam esses sinais em melhoria do ambiente. O trabalhador se afasta por dor lombar, ansiedade, problema respiratório, lesão repetitiva ou acidente, mas o PGR continua igual.
O PCMSO pode observar padrões de saúde ocupacional sem expor diagnósticos individuais. Se determinado setor concentra queixas musculoesqueléticas, o PGR deve revisar ergonomia. Se há afastamentos recorrentes em cozinha, limpeza, câmara fria, checkout, portaria ou trabalho externo, o plano de ação precisa olhar a causa organizacional.
A integração evita que a empresa trate cada afastamento como caso isolado. Ela passa a perguntar: existe padrão? existe setor crítico? existe risco subestimado? existe falha de liderança? existe necessidade de adaptar atividade, posto, pausa, treinamento ou controle?
5. O plano de ação ganha prioridade real
O quinto benefício é melhorar a priorização. Sem integração, o plano de ação do PGR pode virar uma lista longa de medidas sem critério claro: revisar EPI, treinar equipe, corrigir piso, ajustar mobiliário, atualizar documento, inspecionar máquina, orientar liderança. Tudo parece importante, mas nada é priorizado.
Quando PCMSO e PGR conversam, a empresa consegue cruzar risco com dados de saúde: onde há mais queixa, onde há mais afastamento, onde há maior gravidade, onde há exposição mais crítica, onde há falha documental, onde há risco de acidente grave e onde a ação preventiva trará maior impacto.
O Ministério do Trabalho destaca que o PGR deve acompanhar continuamente as atividades da empresa por meio da execução das medidas previstas no plano de ação. Plano de ação não é enfeite documental; é roteiro de melhoria.
6. Lideranças recebem orientação mais clara
O sexto benefício é melhorar a tomada de decisão de gestores. A liderança é quem decide muita coisa na prática: liberar atividade, mudar trabalhador de função, aceitar retorno, chamar terceirizado, manter ritmo de produção, reorganizar escala, responder a queixas, investigar acidente, aplicar pausa, encaminhar trabalhador ou interromper tarefa.
Sem integração entre PGR e PCMSO, o gestor recebe mensagens soltas. Um documento fala de risco. Outro fala de exame. O RH fala de prazo. A operação fala de urgência. O trabalhador fala de dor. A liderança tenta resolver no improviso.
Com a integração da AMBRAC, a liderança recebe orientação mais objetiva: quais riscos existem, quais atividades exigem cuidado, quando acionar medicina ocupacional, quando atualizar função, quando revisar ASO, quando adaptar posto e quando registrar ocorrência.
7. A empresa melhora sua defesa em auditorias e fiscalizações
O sétimo benefício é fortalecer evidências. Em auditoria, fiscalização, perícia ou reclamação trabalhista, documentos isolados podem não bastar. A empresa precisa demonstrar coerência entre risco identificado, medida preventiva, exame ocupacional, ASO, treinamento, laudo, eSocial, plano de ação e acompanhamento.
Se o PGR aponta um risco, mas o PCMSO ignora, a defesa fica frágil. Se o PCMSO indica exames, mas o risco não aparece no PGR, a coerência também sofre. Se o eSocial informa uma coisa e o laudo outra, a empresa precisa explicar a divergência. Se um acidente ocorre e o plano de ação nunca saiu do papel, a documentação perde força.
A integração reduz essas lacunas. A empresa passa a mostrar uma linha técnica mais clara: o risco foi identificado, a saúde foi acompanhada, a medida foi planejada, a evidência foi registrada e a informação foi enviada de forma coerente.
PGR e PCMSO integrados na admissão
A admissão é um ponto sensível. A empresa quer contratar rápido, o RH quer concluir documentos, a operação quer o trabalhador no posto e a clínica precisa emitir o ASO. Se o PGR não descreve corretamente os riscos da função, o exame admissional pode nascer incompleto.
Com PGR e PCMSO integrados, a admissão deixa de ser apenas burocracia. A empresa consegue informar melhor a função, os riscos, os exames necessários, as restrições aplicáveis, o posto de trabalho e a aptidão esperada. Isso reduz retrabalho e evita que o trabalhador seja admitido para uma função com risco não considerado.
PGR e PCMSO integrados no retorno ao trabalho
Retorno ao trabalho exige cuidado. Um empregado pode retornar após afastamento previdenciário, acidente, doença ocupacional ou condição de saúde que demande avaliação. Se o PCMSO não dialoga com o PGR, o trabalhador pode voltar para o mesmo risco que contribuiu para o afastamento, sem revisão do posto, da atividade ou da liderança.
A integração permite olhar além do ASO de retorno. A empresa pergunta: o posto precisa de adaptação? a atividade mudou? há restrição funcional? o gestor foi orientado? o risco foi revisto? o PGR precisa de ajuste? há necessidade de acompanhar reincidência?
Essa abordagem protege o trabalhador e reduz passivos para a empresa, sempre preservando o sigilo médico e evitando exposição indevida de informações de saúde.
PGR e PCMSO integrados na mudança de função ou risco
Mudança de função é uma das principais fontes de erro. O trabalhador muda de setor, assume nova tarefa, passa a usar produto químico, entra em câmara fria, opera máquina, faz atendimento externo, dirige, sobe escada, trabalha em cozinha ou passa a atuar em ambiente com ruído. A empresa altera a rotina, mas esquece de avaliar o risco ocupacional e o exame correspondente.
Quando PGR e PCMSO estão integrados, a mudança de função não é tratada apenas como alteração no RH. Ela é analisada como mudança de exposição. O PGR informa quais riscos existem na nova atividade, e o PCMSO orienta a avaliação médica ocupacional adequada.
Esse fluxo reduz inconsistência no ASO, no eSocial e na própria gestão de aptidão.
PGR e PCMSO integrados no controle de terceirizados
Terceirizados também precisam entrar na lógica integrada. Limpeza, portaria, cozinha, manutenção, obras, elétrica, telhado, jardinagem, segurança, transporte e facilities podem ser expostos a riscos da contratante e também introduzir novos riscos no ambiente.
A contratante precisa alinhar PGR próprio, documentos da prestadora, integração preventiva, comunicação de riscos, registros de acidentes, exames exigidos quando aplicável e plano de emergência. Quando segurança e medicina ocupacional atuam separadas, a terceirização vira ponto cego.
A AMBRAC apoia empresas na organização desse fluxo para que o terceirizado não seja tratado como visitante invisível.
Checklist estratégico para integrar PGR e PCMSO
Perguntas que a empresa precisa responder
- O PCMSO foi elaborado com base nos riscos reais identificados no PGR?
- Os exames ocupacionais fazem sentido para cada função e exposição?
- Os ASOs refletem corretamente admissão, periódico, retorno, mudança de risco e demissão?
- O S-2220 conversa com os exames previstos no PCMSO?
- O S-2240 está coerente com PGR, laudos e condições ambientais?
- Afastamentos e queixas recorrentes alimentam revisão do PGR?
- O plano de ação prioriza setores com maior risco e maior impacto na saúde?
- Lideranças sabem quando acionar SST antes de mudar função ou liberar atividade crítica?
- Terceirizados são avaliados na interface entre riscos da contratante e documentos da prestadora?
- A empresa conseguiria provar hoje a coerência entre risco, exame, ASO, laudo e eSocial?
Estudos de Caso AMBRAC
Os estudos de caso abaixo mostram como PGR e PCMSO integrados evitam falhas comuns em empresas que tratavam segurança do trabalho e medicina ocupacional como áreas separadas.
Estudo de Caso 1 - Empresa tinha risco ergonômico, mas exames não indicavam alerta
Uma rede varejista possuía operadores de checkout com queixas frequentes de dor lombar, ombros e punhos. O PGR citava ergonomia de forma genérica, mas o PCMSO não recebia informações suficientes sobre layout, pausas, fluxo de clientes, ensacamento e mercadorias pesadas.
- Contexto: Postos de atendimento com repetição, fila, postura prolongada e queixas recorrentes;
- Desafio: Fazer o PCMSO enxergar a ergonomia real do posto e fazer o PGR reagir aos dados de saúde;
- Diagnóstico AMBRAC: Havia desconexão entre risco ergonômico, exames, ASO, queixas e plano de ação;
- Plano de ação: Revisão ergonômica, ajuste de mobiliário, análise de pausas, orientação de liderança e integração dos dados do PCMSO ao PGR;
- Resultado: Maior coerência preventiva, redução de improvisos e melhor acompanhamento de queixas por setor.
Estudo de Caso 2 - ASO não acompanhava mudança real de função
Uma empresa de serviços alterava trabalhadores entre atendimento, estoque, limpeza e apoio operacional conforme a demanda. O RH registrava mudança interna, mas o PGR não era revisado e o PCMSO não recebia informação sobre novas exposições, como produtos químicos, carga e trabalho em pé.
- Contexto: Equipe pequena, acúmulo de funções e mudanças frequentes na rotina;
- Desafio: Evitar que mudanças informais criassem risco ocupacional sem exame compatível;
- Diagnóstico AMBRAC: A função no documento não correspondia à atividade real exercida pelo trabalhador;
- Plano de ação: Revisão de descrição de função, riscos por atividade, fluxo de mudança de risco ocupacional e orientação ao RH;
- Resultado: ASOs mais coerentes, menor risco documental e melhor controle sobre mudanças internas.
Estudo de Caso 3 - eSocial SST mostrava divergência entre laudo, PGR e exames
Uma empresa possuía laudos de exposição, PGR, PCMSO e eventos de eSocial enviados por fornecedores diferentes. Em uma auditoria interna, foram encontradas divergências entre riscos informados, exames realizados, funções descritas e dados enviados nos eventos de SST.
- Contexto: Múltiplos fornecedores, documentos isolados e baixa governança de informações;
- Desafio: Criar uma linha técnica única entre segurança, medicina, RH e contabilidade;
- Diagnóstico AMBRAC: A empresa tinha documentos, mas não possuía coerência sistêmica entre eles;
- Plano de ação: Auditoria documental, matriz de funções e riscos, revisão do PCMSO, alinhamento de ASO, laudos e eventos de SST;
- Resultado: Redução de inconsistências, melhor rastreabilidade e maior segurança para auditorias futuras.
Leia também: postagens recomendadas
Para aprofundar o tema e fortalecer sua gestão de SST, confira também:
- Contratar a AMBRAC evita que SST vire problema só depois da fiscalização;
- eSocial SST sem inconsistência: como a AMBRAC protege sua empresa;
- ASO em dia: como a AMBRAC evita atrasos em admissão e demissão;
- Menos afastamentos, mais prevenção: o benefício de um PCMSO acompanhado;
- Auditoria preventiva de SST: por que contratar antes da multa é mais barato;
- Laudos de SST bem feitos: por que LTCAT e insalubridade precisam conversar com o PGR;
- SST para pequenas empresas: como a AMBRAC simplifica obrigações.
FAQ – dúvidas técnicas sobre PGR e PCMSO integrados
PGR e PCMSO integrados geram dúvidas porque muitas empresas ainda contratam segurança do trabalho e medicina ocupacional como serviços separados. O resultado costuma ser documento duplicado, exame desconectado, ASO frágil e eSocial SST com maior risco de inconsistência.
O que significa integrar PGR e PCMSO?
Significa fazer com que a medicina ocupacional seja construída com base nos riscos ocupacionais identificados no PGR, e que os dados de saúde ocupacional ajudem a revisar o plano de prevenção. A NR-7 estabelece que o PCMSO deve proteger e preservar a saúde dos empregados conforme avaliação de riscos do PGR.
PGR e PCMSO podem ser feitos por fornecedores diferentes?
Podem, desde que haja comunicação técnica e coerência entre os documentos. O problema não é ter fornecedores diferentes; o problema é cada um produzir informações isoladas, sem alinhamento entre risco, exame, ASO, laudo, eSocial e plano de ação.
O PCMSO depende do PGR?
Sim. A NR-7 vincula o PCMSO aos riscos ocupacionais avaliados no PGR. Portanto, um PGR genérico ou desatualizado prejudica a qualidade do PCMSO, dos exames e da avaliação de aptidão.
O PGR também deve considerar dados do PCMSO?
Sim. A integração correta permite que queixas, afastamentos, retornos, restrições e indicadores de saúde ocupacional ajudem a revisar riscos e medidas de prevenção, sempre com preservação do sigilo médico individual.
Essa integração ajuda no eSocial SST?
Sim. O eSocial estrutura informações de SST em eventos como S-2210, S-2220 e S-2240, relacionados a CAT, monitoramento da saúde e condições ambientais do trabalho. A integração reduz divergências entre exames, riscos, laudos e dados enviados.
ASO fica mais seguro quando PGR e PCMSO conversam?
Sim. O ASO se torna mais coerente quando a avaliação médica ocupacional considera função real, exposição, risco identificado, mudança de atividade, retorno ao trabalho e possíveis restrições. Isso reduz fragilidade documental e decisões improvisadas.
A integração ajuda a reduzir afastamentos?
Ajuda porque permite identificar padrões. Quando um setor apresenta afastamentos ou queixas recorrentes, a empresa consegue revisar ergonomia, organização do trabalho, liderança, pausas, riscos físicos, químicos, biológicos ou psicossociais.
O plano de ação do PGR melhora com dados do PCMSO?
Sim. O plano de ação passa a ser priorizado com base não apenas no risco técnico, mas também em sinais de saúde ocupacional, afastamentos, queixas, setores críticos e histórico de ocorrências.
A AMBRAC integra medicina e segurança do trabalho?
Sim. A AMBRAC atua conectando PGR, PCMSO, ASO, exames ocupacionais, laudos, eSocial SST, plano de ação, auditoria preventiva e acompanhamento contínuo.
Qual é o maior erro das empresas com PGR e PCMSO?
O maior erro é tratar o PGR como documento de segurança e o PCMSO como agenda de exames, sem integração. Essa separação cria incoerência técnica e fragilidade em auditorias, fiscalizações e demandas trabalhistas.
Conclusão
PGR e PCMSO integrados em 2026 são um dos maiores diferenciais de uma gestão de SST madura. O PGR identifica riscos e define plano de ação. O PCMSO protege e preserva a saúde dos trabalhadores conforme esses riscos. O ASO registra aptidão dentro desse contexto. O eSocial SST recebe informações estruturadas. Os laudos precisam conversar com a exposição real. E os afastamentos devem alimentar a prevenção.
Quando essas peças trabalham separadas, a empresa fica vulnerável. Quando trabalham juntas, a gestão ganha coerência, rastreabilidade e força técnica. A integração evita exames genéricos, ASOs frágeis, planos de ação sem prioridade, eventos de SST divergentes, afastamentos ignorados e documentos contraditórios.
A AMBRAC atua justamente nessa conexão entre medicina ocupacional e segurança do trabalho, ajudando empresas a transformar obrigações em prevenção real, com diagnóstico técnico, acompanhamento contínuo e documentação consistente.
Como a AMBRAC pode apoiar sua empresa
A AMBRAC apoia empresas que precisam integrar PGR e PCMSO de forma técnica, prática e rastreável, reduzindo inconsistências entre riscos, exames, ASO, eSocial, laudos, afastamentos e plano de ação.
Integração técnica entre segurança e medicina ocupacional
- Revisão do PGR com foco em riscos reais por função, setor, atividade e exposição;
- Elaboração e acompanhamento do PCMSO conforme riscos ocupacionais identificados;
- Alinhamento de exames ocupacionais com admissão, periódico, retorno, mudança de risco e demissão;
- Revisão de ASO, função, aptidão, restrição e coerência com atividade real;
- Organização de plano de ação com prioridades, responsáveis, prazos e evidências.
Governança de SST, eSocial e prevenção contínua
- Auditoria de coerência entre PGR, PCMSO, laudos, ASO, S-2220 e S-2240;
- Apoio técnico para reduzir divergências em eventos de SST do eSocial;
- Acompanhamento de afastamentos e queixas ocupacionais com preservação de sigilo;
- Orientação para RH, contabilidade, liderança, CIPA e gestores operacionais;
- Organização de evidências para fiscalizações, auditorias, clientes e demandas trabalhistas.
Integre PGR e PCMSO antes que seus documentos comecem a se contradizer
Se a sua empresa possui PGR, PCMSO, ASO, laudos e eSocial SST feitos de forma separada, existe risco de inconsistência técnica, retrabalho, fiscalização e passivo trabalhista. A AMBRAC une medicina ocupacional e segurança do trabalho para alinhar riscos, exames, aptidão, eventos de SST, afastamentos, plano de ação e evidências preventivas. Solicitar integração de PGR, PCMSO e eSocial SST
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Gestão integrada dos eventos S-2210, S-2220, S-2240.
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