Indicadores de SST em 2026 deixaram de ser apenas números em planilhas e passaram a ser uma parte essencial da governança de Medicina e Segurança do Trabalho. Empresas que acompanham acidentes, quase acidentes, afastamentos, ASO, exames ocupacionais, treinamentos, pendências do PGR, plano de ação, inspeções, eSocial S-2210, S-2220, S-2240, riscos críticos e relatório analítico do PCMSO conseguem identificar falhas antes que elas se transformem em passivos, afastamentos ou inconsistências digitais. A empresa que não mede sua SST geralmente descobre o problema tarde: na fiscalização, no acidente, na perícia, no eSocial, no processo trabalhista ou na auditoria de cliente.
A AMBRAC apoia empresas na criação e acompanhamento de indicadores de Segurança e Saúde no Trabalho, conectando PGR, PCMSO, ASO, eSocial SST, acidentes, afastamentos, DDS, treinamentos, inspeções, CIPA, terceirizados, laudos e plano de ação. O objetivo é transformar documentos em gestão: risco identificado, medida definida, responsável nomeado, prazo acompanhado, evidência registrada e resultado avaliado.
Resposta direta: indicadores de SST são obrigatórios em 2026?
Não existe uma lista única de indicadores de SST obrigatória para todas as empresas, com os mesmos números e fórmulas aplicáveis a qualquer atividade. Porém, a gestão exigida pelas Normas Regulamentadoras depende de informações mensuráveis, acompanhamento e evidências. O Programa de Gerenciamento de Riscos é a materialização do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, deve conter inventário de riscos e plano de ação, e deve acompanhar continuamente as atividades da empresa por meio da execução das medidas previstas no plano de ação.
Além disso, nas organizações obrigadas a constituir Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho, a nova NR-4 destaca entre as atribuições do SESMT a elaboração de plano de trabalho e o monitoramento de metas, indicadores e resultados de segurança e saúde no trabalho.
O PCMSO também exige leitura de dados. A Norma Regulamentadora nº 7 estabelece que o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional deve proteger e preservar a saúde dos empregados em relação aos riscos ocupacionais avaliados no PGR, além de prever diretrizes como rastrear e detectar precocemente agravos à saúde relacionados ao trabalho e subsidiar o monitoramento da eficácia das medidas de prevenção.
Por Lucas Esteves, Especialista em Medicina e Segurança do Trabalho e Sócio da AMBRAC.
Por que empresas sem indicadores fazem SST no escuro
Uma empresa pode ter PGR, PCMSO, ASO, laudos, treinamentos e eSocial em dia e, ainda assim, não saber se sua prevenção funciona. Isso acontece quando os documentos existem, mas não são acompanhados por indicadores. O plano de ação fica sem controle. O exame periódico vira rotina sem análise. O acidente é tratado como caso isolado. O quase acidente não é registrado. O treinamento vence sem alerta. O S-2240 é enviado, mas ninguém compara com o LTCAT. O relatório analítico do PCMSO é arquivado sem decisão.
Indicadores não existem para enfeitar apresentação. Eles existem para responder perguntas de gestão: onde estão os maiores riscos? Qual setor concentra afastamentos? Quantas ações do PGR estão atrasadas? Quais treinamentos estão vencendo? Quais exames ocupacionais estão pendentes? Quais eventos do eSocial foram enviados ou retificados? Quais acidentes poderiam ter sido evitados com uma medida simples? Quais riscos aparecem repetidamente nas inspeções?
O Manual Web Geral do eSocial informa que os eventos de SST S-2210, S-2220 e S-2240 enviados para o empregado são exibidos na lista de movimentações trabalhistas, e que o módulo web de SST é independente do módulo web geral, inclusive com possibilidade de perfil específico de procuração para proteger o tratamento de dados pessoais. Isso reforça que a empresa precisa de governança sobre dados de SST, e não apenas envio operacional.
“Indicador de SST não é número para reunião. É sinal de gestão. Quando a empresa mede acidente, afastamento, ASO, treinamento, plano de ação e eSocial, ela deixa de reagir ao problema e passa a enxergar onde a prevenção precisa agir.”
Lucas Esteves, AMBRAC
Obrigação legal e recomendação preventiva: qual é a diferença?
A obrigação legal está na implementação das Normas Regulamentadoras aplicáveis, na elaboração e execução do PGR, no desenvolvimento do PCMSO, na realização de exames ocupacionais, na emissão de ASO, na gestão de treinamentos, na documentação de acidentes, no cumprimento dos eventos de SST do eSocial quando aplicáveis e na manutenção de evidências.
A recomendação preventiva é transformar essas obrigações em indicadores de gestão. A norma pode exigir o plano de ação, mas a boa gestão acompanha percentual concluído, ações vencidas, responsáveis, criticidade, evidências e reincidência. A norma pode exigir exames ocupacionais, mas a boa gestão acompanha exames pendentes, ASOs vencidos, retorno ao trabalho, mudança de risco e inconsistência com o S-2220. O eSocial pode exigir eventos aplicáveis, mas a boa gestão compara S-2210, S-2220 e S-2240 com documentos internos.
Essa diferença evita dois erros. O primeiro é achar que indicador é burocracia extra. O segundo é achar que cumprir papel basta. Em SST, o documento mostra intenção; o indicador mostra acompanhamento.
Tabela prática: indicador, finalidade e decisão gerencial
| Indicador de SST | O que mede | Decisão que deve gerar |
|---|---|---|
| Ações vencidas do PGR | Percentual de medidas preventivas fora do prazo no plano de ação | Priorizar riscos críticos, cobrar responsáveis e revisar prazos inexequíveis |
| Acidentes e quase acidentes | Ocorrências por setor, função, causa, gravidade e recorrência | Investigar causas, revisar procedimentos, treinar equipes e corrigir controles |
| Afastamentos | Dias perdidos, setores críticos, recorrência e retorno ao trabalho | Integrar PCMSO, liderança, ergonomia, riscos psicossociais e plano de prevenção |
| ASO e exames ocupacionais | Exames vencidos, pendentes, retorno, mudança de risco e demissional | Corrigir fluxo de RH, agenda médica e integração com PCMSO e S-2220 |
| Treinamentos de SST | Capacitações obrigatórias, reciclagens, vencimentos e lacunas por função | Planejar calendário, impedir atividade sem capacitação e reforçar DDS |
| Inconsistências no eSocial SST | Divergência entre S-2210, S-2220, S-2240, PGR, PCMSO, ASO e laudos | Revisar base técnica antes de novas transmissões, retificações ou auditorias |
A tabela mostra que indicador bom não termina em número. Ele termina em decisão, correção, prazo, responsável e evidência.
Os 7 indicadores de SST que a AMBRAC recomenda acompanhar em 2026
1. Percentual de execução do plano de ação do PGR
O primeiro indicador é a execução do plano de ação do PGR. Não basta ter inventário de riscos e plano de ação se ninguém acompanha o que foi feito, o que está atrasado, o que foi descartado, o que mudou e o que precisa ser reavaliado. O Ministério do Trabalho reforça que o PGR deve acompanhar continuamente as atividades da empresa por meio da execução das medidas previstas no plano de ação.
Esse indicador pode ser medido por percentual de ações concluídas, ações vencidas, ações críticas pendentes, ações sem responsável, ações sem evidência e ações reprogramadas. A empresa também deve separar medidas por prioridade: eliminação do risco, proteção coletiva, medida administrativa, organização do trabalho e EPI.
A AMBRAC apoia empresas na construção desse controle para que o plano de ação não vire promessa esquecida.
2. Taxa de acidentes, incidentes e quase acidentes
O segundo indicador é o registro de acidentes, incidentes e quase acidentes. Acidente mostra falha que já produziu dano. Incidente e quase acidente mostram falhas que poderiam ter produzido dano. Empresas maduras não esperam o acidente grave para agir.
A análise deve considerar setor, turno, função, tarefa, causa imediata, causa básica, equipamento, terceirizado, treinamento, EPI, procedimento e medida corretiva. A empresa que registra apenas acidente com afastamento perde boa parte da inteligência preventiva.
No eSocial, o S-2210 corresponde à Comunicação de Acidente de Trabalho, conforme documentação oficial dos eventos de SST. Mas o indicador interno deve ir além do evento obrigatório: quase acidentes e incidentes também merecem análise preventiva.
3. Indicador de afastamentos e retorno ao trabalho
O terceiro indicador é o acompanhamento de afastamentos. A empresa deve observar dias perdidos, setores com maior incidência, recorrência, duração, retorno ao trabalho, necessidade de adaptação, relação com riscos ocupacionais e impacto na operação. Esse indicador deve ser analisado com cuidado, preservando sigilo médico e evitando exposição de diagnósticos individuais.
O PCMSO tem como objetivo proteger e preservar a saúde dos empregados em relação aos riscos ocupacionais avaliados no PGR e possui diretrizes como rastrear agravos à saúde relacionados ao trabalho e subsidiar o monitoramento da eficácia das medidas de prevenção.
A AMBRAC ajuda a empresa a trabalhar com indicadores agregados, sem transformar dado de saúde individual em informação aberta para gestores. O foco é prevenção, retorno seguro e melhoria das condições de trabalho.
4. Controle de ASO e exames ocupacionais
O quarto indicador é o controle de exames ocupacionais e ASO. A empresa deve acompanhar admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de riscos ocupacionais e demissional, além de prazos, pendências, vencimentos, empregados sem exame, setores críticos e coerência com a função real.
O eSocial identifica o evento S-2220 como Monitoramento da Saúde do Trabalhador, e os eventos de SST são exibidos no módulo próprio do sistema. Quando exames, ASO e S-2220 não conversam, a empresa cria inconsistência digital.
Esse indicador é especialmente importante para RH, contabilidade e medicina ocupacional. A AMBRAC apoia a empresa na organização do fluxo para evitar admissão sem ASO, periódico vencido, retorno sem avaliação ou mudança de risco sem exame compatível.
5. Indicador de treinamentos vencidos e lacunas de capacitação
O quinto indicador é o controle de treinamentos. Uma empresa pode ter PGR bem escrito e ainda operar com trabalhadores sem capacitação adequada para altura, máquinas, eletricidade, produtos químicos, espaços confinados, EPI, emergência, CIPA, direção, operação crítica ou procedimentos internos.
A gestão deve acompanhar treinamentos obrigatórios, reciclagens, vencimentos, trabalhadores não capacitados, terceirizados, treinamentos eventuais após acidente ou mudança de risco e evidências de participação. O DDS pode reforçar orientações, mas não substitui treinamento obrigatório quando a norma exige conteúdo, carga horária, certificado ou periodicidade.
Esse indicador reduz improviso. A empresa passa a saber quem pode executar uma atividade, quem precisa ser treinado e quais riscos não devem ser assumidos sem capacitação.
6. Indicador de inspeções, não conformidades e reincidências
O sexto indicador é o acompanhamento de inspeções e não conformidades. Muitas empresas fazem inspeções, mas não consolidam dados. O mesmo problema aparece várias vezes: extintor obstruído, cabo exposto, EPI sem uso, escada inadequada, produto sem identificação, máquina sem proteção, piso molhado, iluminação ruim, documento vencido ou área sem sinalização.
O valor do indicador está na reincidência. Se a mesma não conformidade aparece todos os meses, o problema não é apenas comportamento do trabalhador. Pode ser falha de liderança, processo, compra, manutenção, layout, treinamento ou prioridade.
A AMBRAC apoia empresas na transformação de inspeções em base de decisão: quantidade de desvios, criticidade, setor, responsável, prazo, reincidência, correção e evidência.
7. Indicador de coerência documental e eSocial SST
O sétimo indicador é a coerência entre documentos técnicos e eventos digitais. PGR, PCMSO, ASO, LTCAT, PPP, S-2240, S-2220 e S-2210 precisam contar a mesma história sobre a realidade ocupacional. Se um documento informa exposição e outro nega, a empresa tem risco documental.
O Manual Web Geral do eSocial informa que os eventos de SST S-2210, S-2220 e S-2240 enviados para o empregado aparecem na movimentação trabalhista e são tratados no módulo próprio de SST. Isso aumenta a importância de auditar a base antes do envio, e não apenas depois da inconsistência.
A AMBRAC apoia empresas na criação de matriz de coerência documental: risco do PGR, exame do PCMSO, ASO, laudo, evento do eSocial, função real, exposição e evidência.
Quais empresas precisam acompanhar indicadores de SST?
A resposta objetiva é: toda empresa com empregados, riscos ocupacionais, PGR, PCMSO, ASO, acidentes, afastamentos, treinamentos, eSocial SST, terceirizados, inspeções, laudos ou auditorias deve acompanhar indicadores proporcionais ao seu porte e risco. A profundidade muda conforme a operação, mas a necessidade de gestão não desaparece.
Uma indústria pode acompanhar ruído, máquinas, EPI, treinamentos críticos e S-2240. Um restaurante pode acompanhar cortes, queimaduras, quedas, calor, gás, câmara fria e ASO. Uma clínica pode acompanhar risco biológico, perfurocortantes, afastamentos e PCMSO. Um escritório pode acompanhar ergonomia, qualidade do ar, riscos psicossociais, ASO e afastamentos. Um condomínio pode acompanhar terceirizados, portaria, violência externa, manutenção e acidentes simples.
Pequenas empresas também podem usar indicadores, desde que simples. O erro é querer criar painel complexo sem maturidade. O ideal é começar com poucos números que geram decisão real.
Quais documentos devem alimentar os indicadores de SST?
Os principais documentos e registros que alimentam indicadores de SST são PGR, inventário de riscos, plano de ação, PCMSO, relatório analítico, ASO, exames ocupacionais, registros de acidentes, CAT, S-2210, S-2220, S-2240, LTCAT, PPP, laudos de insalubridade e periculosidade, registros de EPI, treinamentos, DDS, inspeções, atas de CIPA, relatórios de auditoria, ordens de serviço, permissões de trabalho e registros de terceirizados.
A Norma Regulamentadora nº 7 reforça que o PCMSO deve estar relacionado aos riscos ocupacionais avaliados no PGR, e suas diretrizes incluem detectar precocemente agravos, detectar exposições excessivas e subsidiar o monitoramento da eficácia das medidas de prevenção.
Por isso, indicadores de saúde ocupacional não devem ser analisados isoladamente. Quando o relatório analítico aponta alteração em exames, afastamentos ou setores críticos, a empresa deve perguntar se o PGR precisa ser revisado, se o plano de ação está funcionando e se a liderança conhece o problema.
O que não deve ser feito com indicadores de SST?
A empresa não deve criar indicadores para punir trabalhadores, expor diagnósticos médicos, maquiar resultados, esconder acidentes, registrar apenas números positivos, comparar setores sem considerar risco, tratar queda de acidente como sucesso sem investigar subnotificação ou usar indicador sem ação corretiva.
Também não deve confundir indicador com garantia. Ter painel de SST não garante ausência de acidentes, multas ou passivos. O indicador apenas mostra sinais; quem previne é a gestão que age sobre esses sinais.
Outro erro é medir tudo e não decidir nada. Indicadores demais confundem. Indicadores sem responsável viram estatística. Indicadores sem plano de ação viram apresentação. A empresa deve escolher métricas que levem a decisão concreta.
Checklist estratégico para criar indicadores de SST em 2026
Perguntas que a empresa precisa responder
- Quais indicadores realmente ajudam a reduzir riscos na operação?
- O plano de ação do PGR tem controle de prazo, responsável, status e evidência?
- Acidentes, incidentes e quase acidentes são registrados e analisados?
- Os afastamentos são avaliados de forma agregada, sem exposição de diagnóstico?
- ASO, exames ocupacionais e S-2220 estão coerentes entre si?
- Treinamentos obrigatórios têm controle de vencimento por função e risco?
- Inspeções geram correção, responsável e acompanhamento de reincidência?
- Os eventos S-2210, S-2220 e S-2240 conversam com PGR, PCMSO e laudos?
- A liderança acompanha os indicadores ou eles ficam restritos ao RH/SST?
- Cada indicador gera uma decisão, ação preventiva ou revisão técnica?
Estudos de Caso AMBRAC
Os estudos de caso abaixo mostram como indicadores de SST ajudam empresas a sair da gestão reativa e construir prevenção com evidência.
Estudo de Caso 1 - Empresa tinha PGR, mas não acompanhava plano de ação
Uma empresa possuía PGR atualizado, inventário de riscos e plano de ação. Porém, nenhuma área acompanhava prazos, responsáveis ou evidências. Em auditoria interna, várias medidas preventivas estavam vencidas havia meses.
- Contexto: PGR existente, mas sem gestão de execução;
- Desafio: Transformar plano de ação em rotina gerencial;
- Diagnóstico AMBRAC: A empresa tinha documento, mas não tinha indicador de acompanhamento;
- Plano de ação: Criação de painel simples com status, criticidade, responsável, prazo e evidência;
- Resultado: Mais clareza para liderança, priorização de riscos críticos e rastreabilidade das medidas preventivas.
Estudo de Caso 2 - Afastamentos aumentavam, mas ninguém cruzava com PCMSO
Uma empresa percebia aumento de faltas e afastamentos, mas o RH analisava cada caso isoladamente. Não havia indicador por setor, função, turno ou tipo de retorno ao trabalho. O PCMSO não era usado como ferramenta de gestão.
- Contexto: Afastamentos recorrentes e baixa integração entre RH, liderança e medicina ocupacional;
- Desafio: Criar leitura agregada sem violar sigilo médico;
- Diagnóstico AMBRAC: A empresa tinha dados, mas não tinha indicador preventivo de saúde ocupacional;
- Plano de ação: Análise agregada, revisão de retorno ao trabalho, integração com PCMSO e avaliação de setores críticos;
- Resultado: Melhor orientação de lideranças, maior proteção do sigilo e decisões mais preventivas.
Estudo de Caso 3 - eSocial mostrava inconsistência que o painel interno não enxergava
Uma empresa enviava eventos de SST, mas não comparava S-2220, S-2240, ASO, PGR e laudos. O sistema indicava transmissões realizadas, mas a base técnica não era coerente entre medicina ocupacional e segurança do trabalho.
- Contexto: Eventos digitais enviados, mas documentos internos desalinhados;
- Desafio: Criar indicador de coerência documental e não apenas de envio;
- Diagnóstico AMBRAC: A empresa media obrigação transmitida, mas não media consistência técnica;
- Plano de ação: Auditoria de PGR, PCMSO, ASO, LTCAT, S-2220 e S-2240;
- Resultado: Melhor governança entre RH, contabilidade, medicina ocupacional e segurança do trabalho.
Leia também: postagens recomendadas
Para aprofundar o tema e fortalecer sua gestão de Medicina e Segurança do Trabalho, confira também:
- PGR e PCMSO integrados: o benefício de ter segurança e medicina no mesmo diagnóstico;
- eSocial SST sem inconsistência: como a AMBRAC protege sua empresa;
- Auditoria preventiva de SST: por que contratar antes da multa é mais barato;
- Menos afastamentos, mais prevenção: o benefício de um PCMSO acompanhado;
- ASO em dia: como a AMBRAC evita atrasos em admissão, retorno e demissão;
- DDS em 2026: como transformar diálogo de segurança em prevenção real;
- Tendências em SST 2026: tecnologia, eSocial e prevenção com dados.
FAQ – dúvidas técnicas sobre indicadores de SST
Indicadores de SST geram dúvidas porque muitas empresas confundem número com gestão. O indicador não serve apenas para mostrar resultado. Ele deve orientar decisão, priorizar riscos, acompanhar plano de ação e demonstrar evolução preventiva.
O que são indicadores de SST?
São métricas usadas para acompanhar riscos, acidentes, afastamentos, exames ocupacionais, ASO, treinamentos, plano de ação, inspeções, eSocial, laudos, CIPA, PCMSO e resultados de prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho.
Indicadores de SST são obrigatórios?
Não há uma lista única de indicadores obrigatória para todas as empresas. Porém, o PGR exige inventário de riscos e plano de ação, e deve acompanhar continuamente as atividades da empresa por meio da execução das medidas previstas.
A NR-4 fala em indicadores?
Sim. A página oficial do Ministério do Trabalho sobre a nova NR-4 destaca, entre as atribuições do SESMT, a elaboração de plano de trabalho e o monitoramento de metas, indicadores e resultados de SST.
Quais indicadores acompanhar primeiro?
A empresa pode começar por ações vencidas do PGR, acidentes, quase acidentes, afastamentos, ASO e exames pendentes, treinamentos vencidos, inspeções, não conformidades e coerência entre eSocial, PGR, PCMSO e laudos.
Indicadores substituem PGR ou PCMSO?
Não. Indicadores apoiam o acompanhamento, mas não substituem PGR, PCMSO, ASO, exames ocupacionais, laudos, treinamentos, medidas preventivas e avaliação técnica do ambiente.
Qual é a relação entre indicadores e PCMSO?
A NR-7 prevê que o PCMSO proteja e preserve a saúde dos empregados em relação aos riscos ocupacionais avaliados no PGR, além de subsidiar o monitoramento da eficácia das medidas de prevenção. Isso exige análise de dados e indicadores de saúde ocupacional.
Qual é a relação entre indicadores e eSocial SST?
O eSocial registra eventos como S-2210, S-2220 e S-2240. Esses eventos devem ser coerentes com os indicadores internos, PGR, PCMSO, ASO, laudos e registros de acidente.
Indicadores podem expor dados médicos?
Não devem. Indicadores de saúde ocupacional precisam preservar sigilo médico e trabalhar com dados agregados quando possível. Diagnósticos individuais não devem ser divulgados para gestores ou áreas sem necessidade legítima.
Pequenas empresas também precisam de indicadores?
Sim, mas de forma proporcional. Pequenas empresas podem usar indicadores simples: ASO em dia, acidentes, treinamentos, plano de ação, inspeções básicas, eSocial e pendências de documentação.
Como a AMBRAC ajuda com indicadores de SST?
A AMBRAC apoia empresas na criação de indicadores conectados ao PGR, PCMSO, ASO, eSocial, acidentes, afastamentos, treinamentos, auditorias, CIPA, laudos e plano de ação.
Conclusão
Indicadores de SST em 2026 são essenciais para empresas que não querem depender apenas de documentos. PGR, PCMSO, ASO, treinamentos, acidentes, afastamentos, eSocial, laudos e inspeções precisam gerar informações capazes de orientar decisões. A empresa que não mede não sabe se está prevenindo, apenas espera que esteja.
A obrigação legal está em cumprir as Normas Regulamentadoras, executar o plano de ação, desenvolver o PCMSO, realizar exames, registrar eventos aplicáveis, preservar documentos e implementar medidas de prevenção. A recomendação estratégica é transformar essas obrigações em indicadores claros, proporcionais e úteis para a liderança.
A AMBRAC apoia empresas que precisam sair da SST reativa e construir gestão baseada em evidência. Indicador bom não serve para culpar pessoas. Serve para revelar riscos, corrigir falhas, proteger trabalhadores e dar ao empregador uma visão real da sua prevenção.
Como a AMBRAC pode apoiar sua empresa
A AMBRAC apoia empresas que precisam criar, revisar ou acompanhar indicadores de SST de forma técnica, proporcional e integrada à rotina operacional.
Criação de indicadores e painel de SST
- Definição de indicadores prioritários conforme porte, risco, atividade e maturidade da empresa;
- Construção de controle para plano de ação do PGR, responsáveis, prazos e evidências;
- Acompanhamento de acidentes, quase acidentes, inspeções e reincidências;
- Integração de treinamentos, DDS, CIPA, terceirizados e medidas preventivas;
- Organização de relatórios simples para liderança, RH, SST e auditorias internas.
Integração com PCMSO, ASO e eSocial
- Análise de indicadores agregados de saúde ocupacional sem exposição de diagnóstico;
- Controle de ASO, exames ocupacionais, retorno ao trabalho e mudança de risco;
- Revisão de coerência entre S-2210, S-2220, S-2240, PGR, PCMSO e laudos;
- Apoio na leitura do relatório analítico do PCMSO e revisão de medidas preventivas;
- Preparação documental para fiscalização, clientes, perícias, auditorias e demandas trabalhistas.
Sua empresa mede SST ou apenas guarda documentos?
Se a sua empresa tem PGR, PCMSO, ASO, eSocial, treinamentos e laudos, mas não sabe quais riscos estão aumentando, quais ações estão atrasadas, quais exames vencem ou onde os afastamentos se concentram, a AMBRAC pode estruturar indicadores de SST com método, sigilo, evidência e foco em prevenção real, sem prometer ausência de passivos e sem substituir avaliação técnica individual. Solicitar diagnóstico de indicadores de SST
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